sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Os detalhes que constroem a família

Quando foi a última vez que você montou um álbum da sua família? Confira ideias fantásticas de momentos que merecem ser registrados
familia

O que é a família? É algo tão grande quanto a civilização, e por isso seria preciso montar uma enciclopédia para falar sobre ela. A família é a soma desses pequenos momentos que todos nós temos gravados na memória.
Cada família é um álbum de fotografias. Faz quanto tempo que você não vê o seu, ou não monta um novo?
Que tal voltar a esta tradição tão especial? Confira algumas ideias:

Papai voltando para casa após o trabalho
1

Visita aos avós, e nós sempre no sofá!
2

Visita ao zoológico
3

Passeio no campo, com papai sempre ganhando a corrida
4

Um filme em família
5

As lições dos nossos idosos

Grandfather teaching his grandson playing golf

Todos nós cabemos no carro!
7

O primeiro livro
8

Ver juntos o álbum de fotos: como estamos diferentes!
9

As festas de final de ano
10

Papai nos ensina a nadar

11

Festas e aniversários
12
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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Para ajudar a esposa com depressão, marido lista motivos pelos quais a ama

Uma lição de vida

Espelho

O amor de verdade é aquele que está do seu lado o tempo todo, principalmente nas horas mais difíceis. Exemplo disso é o americano Tim Murphy, que fez uma lista no espelho do quarto do casal com os motivos pelos quais ama Molly, que luta contra a depressão há anos. Confira algumas delas:
1. Ela é minha melhor amiga

2. Ela nunca desiste dela mesma e nem de mim
3. Ela me dá tempo para trabalhar nos meus projetos loucos
4. Ela me faz rir, todos os dias
5. Ela é linda
6. Ela aceita a pessoa louca que eu sou
7. Ela é a pessoa mais gentil que eu conheço
8. Ela tem a voz mais linda para cantar
9. Ela viveu muitas tragédias, mas, ainda assim, é a pessoa mais otimista em relação à humanidade que eu conheço
10. Ela dá muito apoio em relação às minhas escolhas de carreira e me seguiu todas as vezes
11. Sem perceber, ela faz eu querer fazer por ela mais do que eu quis fazer por qualquer outra pessoa
12. Ela fez um grande trabalho ao avançar em seu caminho profissional
13. Animais pequenos a fazem chorar
14. Ela ronca quando ri

Molly publicou nas redes sociais uma foto da homenagem com a legenda: “Eu tenho batalhado bastante ultimamente. Estou tentando fazer as coisas certas no trabalho, não podia pagar um casamento, a família é escassa. Me afastei de amigos. A questão, no fim, é que meu marido tem tentado me animar a todo momento, sem desanimar. Eu não sou a pessoa mais fácil de lidar. Na verdade, eu já perdi todas as esperanças e descontei minha frustração em meu novo marido. De alguma forma, ele me perdoa todas as vezes”.
“Tenho uma longa jornada pela frente, e ele deve ter percebido que eu estou com depressão. Mas ele segura minha mão e tenta fazer o melhor. Hoje, quando voltei de uma viagem, eu parei na minha cama em lágrimas. Olhei para a esquerda e vi essas frases pintadas no espelho. Acho que ele queria me lembrar do quanto me ama. Porque ele sabe que eu esqueço rapidamente. Ele sabe que eu luto para ver o bem no mundo e, especialmente, em mim mesma. Mas aqui está. Um declaração e um gesto de amor. Nossa, eu precisava disso hoje!”.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Ciência explica por que você deveria gastar dinheiro com experiências, não coisas

Especialistas comparam a felicidade provinda da aquisição de bens materiais àquela que vem das experiências, e as conclusões são surpreendentes

Felicidade, autenticidade, liberdade

felicidade é muitas vezes considerada o grande objetivo da vida e, portanto, para muitos especialistas, o principal indicativo de saúde e desenvolvimento de uma sociedade.
Mas, vamos lá, o que traz felicidade? A ciência se propôs a estudar essa questão mais uma vez, comparando a felicidade provinda da aquisição de bens materiais àquela que vem das experiências – viagens, aprendizados, tempo com a família e amigos, por exemplo. Então, agora temos uma resposta para a pergunta: é mais feliz quem faz compras ou quem viaja?
O Dr. Thomas Gilovich, psicólogo e professor da Cornell University, nos EUA, estudou e acompanhou pessoas após a compra de algo grande, que as fez felizes, e concluiu que bens materiais trazem felicidade, mas por um período limitado de tempo.
Um dos inimigos da felicidade é a capacidade de adaptação. Nós compramos coisas para ficarmos felizes, e nós conseguimos. Mas somente por um tempo. Novos objetos são empolgantes no começo, mas aí nós nos adaptamos a eles“, explicou em entrevista à Fast Co.
Segundo o pesquisador, nossas experiências dizem mais sobre nós mesmos do que as coisas que compramos. “Nós somos a soma total das nossas experiências“, define ele. Outra vantagem das experiências em relação a bens materiais seria a possibilidade de compartilhá-las com outras pessoasLembra daquela história de que a felicidade só é real quanto compartilhada? Pois é.
Gilovich atenta ainda para o fato de que é mais fácil nos conectarmos a pessoas devido a experiências do que bens materiais em comum – ou você já fez amizade com alguém porque ele tinha um modelo de relógio igual ao seu? O investimento em novas experiências, de acordo com o psicólogo, é bom até quando é ruim. Afinal, não existem experiências ruins, mas boas histórias para se contar.
Quem partilha dessa mesma linha de pensamento é o diretor Roko Belic, responsável pelo documentário Happy (“Feliz”, em português). No vídeo, ele se dispõe a conhecer as mais diversas culturas do mundo em busca pelas causas da felicidade genuína– e, pode ter certeza, não há carro novo que arranque sorrisos como uma viagem com amigos, um fim de tarde com a pessoa amada ou um almoço de domingo na casa da vó.

Uma personalidade na vida real, outra nas redes sociais

Somos os mesmos tanto na vida real como somos nas redes sociais? A quem estamos enganando? Como fazer das redes sociais recursos úteis para nós?

Generazione sexting: la sfida più difficile per famiglie ed educatori - pt

Um dos maiores avanços tecnológicos da atualidade, que são as redes sociais, também é um dos maiores perigos que enfrentamos!
Não me refiro aqui aos crimes de injúria e difamação, nem pedofilia, que são crimes previstos em lei e que podem levar os que fazem essas coisas para a cadeia.
Aqui neste artigo me refiro a algo bem mais difícil de detectar, muito mais sutil e insidioso. E isso não é crime contra lei, mas um crime contra a verdade: hipocrisia virtual.
Como podemos ser “hipócritas virtuais”? Simplesmente aparentando nas redes sociais aquilo que não somos: cursos que não fizemos, qualidades que (ainda) não temos, mostrar as viagens (que não fizemos), mostrar que nossas famílias são as melhores do mundo (quando sabemos os desafios terríveis que toda família enfrenta!) etc.
Será que o filósofo brasileiro Luiz Felipe Pondé tem razão, quando diz que: “Sem hipocrisia não há civilização, e isso é a prova de que somos desgraçados: precisamos da falta de caráter como cimento da vida coletiva.”?
Com todo o respeito pelo filósofo Pondé, prefiro acreditar que não. Que podemos, com esforço e determinação, um dia, ter uma sociedade “cimentada” sem hipocrisia, na vida real e na virtual.
Não será fácil conseguir isso. Não é fácil colocar uma foto no nosso perfil, que não tenha sido escolhida entre dezenas e dezenas de fotos que “não ficaram boas”… E nem é fácil sermos sinceros sem ofender os internautas, preferindo muitas vezes bajular e sermos hipócritas.
Outra coisa a lembrar é que rede social não é lugar de “lavar roupa suja” e nem para se lamentar de suas intermináveis vicissitudes na vida. Todos temos desafios enormes em nossas vidas, mas podemos usar as redes sociais para nos “socializarmos” positivamente, trocarmos pensamentos positivos, divulgar alguma coisa importante (desde que chequemos as fontes antes).
E, claro, podemos também nos divertir – sem deixar que as redes sociais se tornem verdadeiras redes que nos prendam, nos afastem da vida real, e se tornem um vício. Todo vício é nocivo.
Que saibamos utilizar sempre as redes sociais com sabedoria, e elas serão sempre uma alegria e de muita utilidade para todos nós.

(Via Catholicus)

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

A cultura do descartável nas relações afetivas

Hoje, percebe-se essa cultura do descartável quando alguém não é mais útil no trabalho, nos negócios, em uma troca de favores e principalmente nas relações afetivas
Man-relaxing-on-sofa

O Papa Francisco, no livro ‘Igreja da Misericórdia’ e também em alguns trechos da encíclica Laudato Si, utilizou a expressão “cultura do descartável” para nos alertar sobre alguns comportamentos que têm feito parte da sociedade moderna, no que concerne a diferentes aspectos, tais como a ecologia e as relações humanas, sejam elas quais forem. De fato, a respeito do último fator, é fácil presenciar pessoas descartando pessoas, quando não há mais uma suposta “utilidade”.
Percebe-se essa cultura do descartável quando alguém não é mais útil no trabalho, nos negócios, em uma troca de favores ou, infelizmente, numa relação afetiva. Esta tende a ser facilmente massacrada pelas imposições da mídia, devido ao culto exacerbado do corpo e dos possíveis prazeres que esse pode oferecer. Não se escolhe mais um parceiro pelo olhar, pelo conteúdo e sorriso, pela inteligência e as boas qualidades. Escolhe-se a pessoa, com a qual supostamente passaremos o resto da vida, fazendo uma análise do corpo físico. O que for mais “sarado” serve.
Ora, sem hipocrisias, obviamente a atração física é importante, mas não pode sobrepor a atração das almas. Quando esta ocorre, automaticamente cria-se um encantamento que une dois seres que se atraem, percebem-se lindos, porque são filhos de Deus.
A atração das almas impede que olhemos somente o exterior, tão cultuado pela mídia, pelas novelas e programas televisivos, os quais ensinam às crianças e adolescentes que bonita é a moça de glúteos fartos e atraente é o rapaz com barriga escultural. Essa mesma mídia tem nos imposto que o legal é descartar, ela tem repetido em nossas mentes– direta ou indiretamente – alguns questionamentos: se a namorada engordou, se o marido está ficando calvo, por que, afinal, tenho que continuar com ela? Por que tenho que continuar com ele?
Sempre sábio esse Papa! Infelizmente, é o que tem acontecido, e nós temos achado bonito cultuar o que é exteriormente belo. Que possamos parar para refletir que todos somos belos e lindos, não importa se baixos ou altos, magros ou gordos, negros ou brancos. Nossos corpos são templos do Espírito Santo e devem ser amados por nós e por outros. Saibamos descartar apenas as ideias abusivas sobre corpos perfeitos e padrões a serem seguidos, e não mais as pessoas, porque elas foram criadas por Deus para serem amadas à sua imagem e semelhança, e não para serem tratadas como objeto que usamos agora e descartamos, porque já não serve mais.
Que os solteiros saibam esperar com fé e alegria aqueles que irão amá-los para sempre, sem descartes; e os que já têm alguém, saibam amar ainda mais, buscando beleza nessa pessoa, mesmo que os anos passem, mesmo que a barriga cresça e o cabelo perca a cor. Afinal de contas, o amor é muito mais que isso tudo.

Quem manda na sua casa: você ou seus filhos?

Não há lugar que não tenha regras. Alguém as inventa, para o bem ou para o mal. Se os pais se eximem dessa função de organizadores do ambiente familiar, os filhos o farão
Child - pt

É preciso que você tenha bem claro quem manda na sua casa. Só assim será capaz de administrar adequadamente seu lar. Seus filhos necessitam se sentir seguros e a clareza de quem é o responsável transmite essa segurança de uma forma bastante eficiente.
Não faço aqui apologia ao autoritarismo e à ditadura. Pelo contrário, acredito na democracia. Mas de quem saiba governar.
Em um grupo social sempre há um líder. Mesmo entre outras espécies animais essa ideia se confirma. Quando o pai ou a mãe não assumem seu papel na gestão familiar, outra personalidade se destaca naturalmente e assume a liderança. Ocorre que, muitas vezes, não há bagagem de conhecimento, cultura e/ou maturidade para que essa configuração familiar dê certo.
Não há lugar que não tenha regras. Alguém as inventa, para o bem ou para o mal. Se os pais se eximem dessa função de organizadores do ambiente familiar, os filhos o farão. E não têm idade para isso.
Você não conhece bebês que já mandam em casa? Crianças que nem falam ainda, mas que, com um olhar apenas, subjugam seus pais, manipulando-os para que façam suas vontades?
Você nunca viu crianças que batem os pés, se jogam no chão por um salgadinho no mercado ou por um jogo qualquer de última geração?
A deseducação não escolhe idade, cor, religião ou classe econômica.
É preciso analisar a educação do filho, demonstrando de maneira que não haja dúvidas, quem é o responsável pela família (o pai e/ou a mãe, ou o responsável legal, por assim dizer) e simultaneamente, demonstrar que há regras nesse ambiente, e as regras se aplicam a todos os integrantes da casa.
É complicado, por exemplo, dizer para a criança que não deve falar palavrões se ela ouve constantemente seus pais gritando xingamentos e absurdos que ninguém deveria ouvir. Do mesmo modo, é complicado ensinar honestidade se o filho vê o adulto surrupiando trocos no mercado ou furando filas, com cara de paisagem. Respeito se aprende vendo, mais do que ouvindo. Mas com relação a limites, as palavras e os olhares devem bastar.
Dizer sim e não, não é e nem deve ser, prerrogativa dos filhos. Os pais não têm de ser os melhores amiguinhos dos filhos. Têm de ser pais. Por exemplo, é comum os pais levarem seus filhos na casa de amigos e a criança querer levar um “souvenir” que seja um brinquedo, uma folha, um papel qualquer. Não acredito que se deva deixar fazê-lo e, ainda que sofra críticas, vou dizer porquê. O filho deve aprender o limite dos outros.
Deve aprender, a criança, que o mundo não existe para lhe servir, para seu bel prazer. Assim, brincou e se divertiu com as coisas do amiguinho, (que bom) mas as coisas SÃO DO AMIGUINHO! Não são dele! Não pode levar para casa o que não é seu! Isso o ensinará, certamente, ainda que chore e faça birra (o que é normal no início, pois tentará romper o limite) o respeitar o que é do outro.
Ser pai traz uma enorme responsabilidade que transcende o “ser amigo”, especialmente se esse termo é analisado do ponto de vista do filho. Se analisarmos o real significado da amizade, aí sim, entendemos que os pais devem ser os melhores amigos dos filhos. Mas educar é uma atividade exaustiva, que toma muito tempo. Talvez nem sobre tempo para frivolidades. Dizer não é, sim, coisa de amigo. Mas AMIGO, de um jeito que só um pai e uma mãe verdadeiramente responsáveis sabem ser.
Nesse ponto, lembro das vezes em que ouvia os termos “é para teu próprio bem”, “você vai entender quando tiver teus filhos”, e muitos outros jargões que mães responsáveis e pais que se importam dizem. Agradeço meus pais pela quantia de vezes que me fizeram perceber, sem rodeios, que eu devia obedecer as regras para usufruir da companhia deles e de tudo o que isso significava. Nunca quebrei uma escola. Nunca desobedeci nem agredi um professor. Nunca respondi com desrespeito minha mãe, nem meu pai. Não fui um anjo de adolescente, mas reconhecia limites e sabia perfeitamente quando os ultrapassava.
Quando não se sabe quem estabelece (e se existem) limites na casa da criança, ela sequer poderá saber se os ultrapassou. Pior é quando ela sabe que está agindo de maneira incorreta e destaca que, na casa dela, é assim mesmo, ninguém se importa ou, se se importa, não sabe demonstrar isso de maneira positiva ou eficiente.
Quem manda na sua casa? Seus filhos?

Ouça seus filhos, escute o que eles têm a dizer. Delimite parâmetros de acordo com os ideias da família. Discuta a razão das regras diretamente com as crianças. Fale sobre valores e, mais que isso, demonstre no cotidiano os valores sendo colocados em prática, através das mais simples atitudes. Explique o que acontece se não forem obedecidas as diretrizes comportamentais que norteiam a casa.
Defina direitos e DEVERES em casa e na rua. Cobre DIREITOS E DEVERES DAS CRIANÇAS. São algumas das formas que eu acredito ser o caminho certo para criarmos adultos responsáveis e pais de valor. Não apenas pais que se tornaram gestores familiares fracassados, simplesmente por não saberem deixar claro para seus filhos, quem é o adulto responsável da casa.

sábado, 31 de outubro de 2015

10 coisas que sua mãe nunca te contou

Existem certas coisas que é preciso vivenciar na pele para saber seu real significado. Ser mãe é uma delas.

A mother with her baby - pt

Aí estão 10 coisas que sua mãe nunca te contou, mas que talvez seja bom você saber agora:

1. Você a fez chorar… muito.

Ela chorou quando descobriu que estava grávida. Ela chorou quando te deu à luz. Ela chorou quando te segurou pela primeira vez. Ela chorou de felicidade. Ela chorou de medo. Ela chorou de preocupação. Ela chorou porque se preocupa profundamente com você. Ela sentiu suas dores e suas alegrias e ela as compartilhou com você, mesmo que você não tenha percebido.

2. Ela queria aquele último pedaço de bolo.

Mas, quando te viu com aqueles olhões, lambendo a boca, não tinha como comê-lo. Ela sabia que ficaria muito mais feliz vendo a sua barriguinha cheia, em vez da dela.

3. Doeu.

Doeu quando você puxou o cabelo dela; doeu quando você a agarrou com aquelas unhas afiadas, impossíveis de cortar; doeu quando você mordeu o peito dela enquanto mamava. Você machucou as costelas dela quando chutava ainda dentro da barriga; esticou a barriga dela por nove meses; fez o corpo dela se contrair de dor quando veio ao mundo.

4. Ela sempre teve medo.

Do momento em que você foi concebido, ela fez tudo para te proteger. Ela virou sua mamãe-urso. Ela é aquela mulher que queria dizer não quando a menininha da rua pedia para te segurar e que fez careta quando você estava nos braços dela. Na cabeça dela, ninguém seria capaz de te dar tanta segurança. O coração dela bateu mais rápido quando você deu seus primeiros passos. Ela ficou acordada até mais tarde para ter certeza de que você tinha chegado em casa são e salvo, e acordou cedo para te levar para a escola. Ela estava por perto a cada topada ou tropeção; estava pronta pra te abraçar quando você acordava com pesadelos ou febre. Ela estava lá pra garantir que você estaria OK.

5. Ela sabe que não é perfeita.

Ela é a maior crítica dela mesma. Sabe de todas as deficiências que tem e às vezes se odeia por causa delas. Mas é ainda mais dura consigo mesma quando se trata de você. Ela queria ser a mãe perfeita – mas, como é humana, cometeu erros. Ela provavelmente ainda está tentando se perdoar. Mais que tudo, ela gostaria de voltar no tempo e fazer as coisas de outro jeito, mas isso é impossível, então seja gentil e saiba que ela fez todo o possível.

6. Ela te observou dormindo.

Às vezes ela ficava acordada até as 3h, rezando para você finalmente pegar no sono. Ela mal conseguia ficar de olhos abertos enquanto cantava para você, implorando: “Por favor, por favor pegue no sono”. E aí, quando você finalmente dormia, ela te colocava no berço e todo o cansaço desaparecia por um segundo. Ela ficava ali, olhando sua cara angelical e perfeita, sentindo mais amor do que achasse ser possível, apesar dos braços cansados e dos olhos doloridos.

7. Ela te carregou por muito mais que nove meses.

Você precisava. Então ela te carregou. Ela aprendeu a te segurar enquanto fazia limpeza, enquanto comia, até mesmo enquanto dormia: não tinha outra alternativa. Os braços estavam cansados, as costas doíam, mas ela te segurava pra ter você bem perto. Ela te agarrou, te amou. Você se sentia seguro nos braços dela; sabia que era amado nos braços dela. Por isso ela te segurou o quanto fosse necessário.

8. Seu choro cortava o coração dela.

Não havia som mais triste que seu choro, imagem mais horrível que lágrimas escorrendo do seu rosto perfeito. Ela fez tudo o que era possível para que você não chorasse e, quando não podia impedir suas lágrimas, o coração dela se partia em um milhão de pedacinhos.

9. Ela te colocou em primeiro lugar.

Ela ficou sem comer, sem tomar banho e sem dormir. Ela sempre colocou suas necessidades na frente das dela. Ela passava o dia inteiro cuidando de você e, no fim do dia, não sobrava energia para ela mesma. Mas, no dia seguinte, ela acordava e fazia tudo de novo.

10. Ela faria tudo de novo.

Ser mãe é um dos trabalhos mais difíceis do mundo, um trabalho que às vezes te leva ao limite. Você chora, você sofre, você tenta, você erra, você trabalha e você aprende. Mas você também sente mais alegria do que achava ser possível e mais amor do que seu coração comporta. Apesar de tudo o que sua mãe passou por sua causa, ela faria tudo de novo, porque você vale a pena. Então, da próxima vez que a vir, diga obrigado. Diga que a ama. Nunca vai ser demais.

Atentados, suicídios: os jovens diante da violência do mundo

  Francisco Borba Ribeiro Neto   -   publicado em 02/04/23 Diante dessa situação, existe uma tarefa que compete a todos nós: os jovens preci...