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domingo, 15 de outubro de 2017

As 9 Razões para Evitar o Açúcar [sua Vida dependesse disso]

1. Açúcar Fornece Grande Quantidade de Frutose

O fato de adicionar  o açúcar (e seu irmão gêmeo do mal … xarope de milho) é ruim para você. Ambos fornecem uma grande quantidade de frutose. O açúcar e o charope de milho são metade glicose, metade frutose. A glicose é essencial e pode ser metabolizada por praticamente todas as células do corpo e se nós não obtivermos glicose a partir da dieta, nossos corpos buscam a partir da proteínas e gordura. A frutose, no entanto, não é essencial para o funcionamento do nosso organismo de nenhuma forma. O único órgão que pode metabolizar a frutose é o fígado, pois apenas o fígado tem um condutor para a frutose. Quando grandes quantidades de frutose entram no fígado e o órgão já cheio de glicogênio, a maior parte da frutose é transformada em gordura. Este processo é, provavelmente, uma das principais causas das epidemias de muitas doenças crônicas ocidentais. Eu gostaria de salientar que isto não se aplica às frutas, que são alimentos reais com vitaminas, minerais, fibras, muita água e é muito difícil de comê-las em exagero.
Resumo: O único órgão que pode metabolizar a frutose é o fígado. Quando ingerimos muita frutose, o funcionamento do corpo começa a dar errado. Então, evitar o açúcar é Primordial!

2. Açúcar Não Contém Vitaminas ou Minerais (Calorias Vazias)

açúcar é vazio em calorias e não há dúvida sobre isso. A maioria dos alimentos ricos em açúcar, como os doces, refrigerantes e barras de chocolate contêm poucos nutrientes essenciais. As pessoas que comem  açúcar, em vez de outros alimentos mais nutritivos, provavelmente vão tornar-se deficientes em muitos nutrientes importantes.
Resumo: A maioria dos produtos com adição de açúcar contém poucos nutrientes e portanto, esses produtos podem ser classificados como calorias “vazias”.

3. Açúcar Causa Acúmulo de Gordura no Fígado

Quando ingerimos a frutose, ela vai direto para o fígado. Se o glicogênio hepático estiver baixo, após uma corrida (por exemplo), a frutose será usada para reabastecer o fígado com glicogênio. No entanto, a maioria das pessoas não estão consumindo frutose depois dos longos treinos e o fígado acaba ficando cheio de glicogênio. Quando isto acontece, o fígado transforma a frutose em gordura. Uma parte dessa gordura é expelida, mas a outra parte permanece no fígado. A gordura pode se acumular ao longo do tempo e levar à doença hepática não-alcoólica.
Resumo: Comer muita açúcar (frutose) pode causar acúmulo de gordura no fígado e levar à doença hepática não- alcoólica.

4. Açúcar Prejudica seu Colesterol e Triglicérides

A maior parte da gordura gerada no fígado consegue ser eliminada para fora do organismo na forma de lipoproteínas de densidade muito baixa. Estas partículas são ricas em triglicérides e colesterol. Num estudo controlado, as pessoas foram designadas a ingerir bebida adoçada com glicose ou bebida adoçada com frutose, durante 10 semanas. O grupo que consumiu frutose teve:
  • Elevação dos triglicérides no sangue.
  • Os aumentos de, LDL pequenos e densos e LDL oxidada (muito, muito ruim).
  • Altos índices de glicose e insulina em jejum.
  • Diminuição da sensibilidade à insulina.
  • Aumento da gordura na cavidade abdominal (gordura visceral).
Basicamente, 25% das calorias como a frutose prejudicou significativamente os lipídios do sangue e influenciou a síndrome metabólica, que é um trampolim para a obesidade, doenças cardíacas, diabetes [Veja esse Vídeo que Mostra algo fora do Normal] e complicações na saúde.
Resumo: Consumir frutose pode levar a sérios efeitos adversos nos indicadores do sangue, em menos de 10 semanas.

5. Açúcar Causa Resistência à Insulina

A principal função da insulina é o transporte de glicose da corrente sanguínea para dentro das células. Mas quando a alimentação segue uma dieta ocidental, as células tendem a tornar-se resistentes aos efeitos da insulina. Quando isto acontece, o pâncreas elimina a insulina para remover a glicose da corrente sanguínea, pois o alto nível de glicose é algo tóxico e a resistência à insulina conduz ao aumento desse nível no sangue. No entanto, a insulina também tem outra função importante, ela conduz as células de gordura captar a gordura da corrente sanguínea e contê-las. E desta forma, a insulina causa obesidade. Quando o corpo torna-se ainda mais resistente à insulina, as células beta do pâncreas, eventualmente quebram e perdem a capacidade de produzir insulina suficiente. É assim que contrai a diabetes tipo II, que atualmente aflige cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo. O excesso de frutose é uma causa conhecida da resistência à insulina e dos níveis elevados da insulina no sangue.
Resumo: O excesso do consumo de frutose pode levar à resistência à insulina, um trampolim para a obesidade e diabetes.

6. Açúcar Aumenta o Risco das Doenças Ocidentais

O consumo excessivo de açúcar tem sido associado com várias doenças ocidentais. De toda forma, o açúcar é o maior fator que contribui para a má saúde das nações ricas. Sempre que o açúcar (óleos vegetais refinados e farinha) entra na dieta de uma população, essas pessoas ficam doentes. O açúcaré o caminho para:
  • Obesidade: o açúcar provoca ganho de peso através de vários mecanismos, entre eles a insulina elevada e a resistência à leptina.
  • Diabetes: o açúcar é, provavelmente, uma das principais causas da diabetes.
  • Doença cardíaca: o açúcar aumenta o mau colesterol, triglicérides e causa vários outros problemas que podem levar a doenças cardíacas.
Resumo: O consumo excessivo de açúcar tem sido associado à muitas doenças graves, incluindo a obesidade, diabetes tipo II e doença cardiovascular.

7. Açúcar não Atinge Saciedade Adequada

Uma área do cérebro chamada hipotálamo é o suposto regulador da nossa ingestão de alimentos. Em um estudo publicado em 2013, dois grupos consumiram uma bebida adoçada com glicose ou uma bebida adoçada com frutose. Os bebedores da glicose diminuíram o fluxo sanguíneo no hipotálamo e sentiram-se saciados, enquanto os bebedores da frutose aumentaram o fluxo sanguíneo nessa área do cérebro. Os bebedores de frutose se sentiram menos satisfeitos e ainda continuaram com fome. Outro estudo revelou que a frutose não reduz os níveis da grelina, hormônio da fome como a glicose. Quanto mais grelina, mais faminto você é.
Resumo: Estudos comparativos da frutose e glicose demonstram que a frutose não satisfaz a saciedade como a glicose, o que contribui para uma maior ingestão de calorias.

8. Açúcar é Viciante

Quando ingerimos açúcar a dopamina é liberada no cérebro, dando-nos uma sensação de prazer. E é exatamente dessa forma que as drogas como a cocaína funcionam. Nosso cérebro é programado a encontrar atividades que liberem dopamina e essas atividades são especialmente desejáveis​​. Nos indivíduos com pré disposição ao vício, a reação comportamental pela busca de recompensa, é típico da dependência de drogas abusivas. Estudos com ratos demonstraram que esse efeito pode de fato tornar o açúcar é viciante. Isso é mais difícil de provar em seres humanos, mas muitas pessoas que consomem açúcar e outros alimentos de baixa qualidade nutricional apresentam reação de dependência.
Resumo: O açúcar, devido aos seus efeitos poderosos sobre o sistema de recompensa no cérebro, pode levar a sinais clássicos de vício.

9. Açúcar Causa Resistência ao Hormônio chamado Leptina

A leptina é um hormônio secretado pelas nossas células de gordura. Quanto mais gordura temos, mais leptina é secretada. Este hormônio funciona como um sinal que diz ao cérebro: “você está cheio e precisa parar de comer”. A leptina também está ligada ao aumento do consumo de energia. Os indivíduos obesos têm níveis elevados de leptina, mas o problema é que a leptina nesse caso não está funcionando bem. Isso é chamado de resistência à leptina e é uma das principais razões para que as pessoas comam mais calorias do que queimam e tornarem-se obesas. A frutose é uma causa conhecida de resistência à leptina, tanto por blocos de insulina e sinalização da leptina no cérebro e pelo aumento dos triglicérides sanguíneos da frutose, que também bloqueia os efeitos da leptina. Isso faz com que nosso cérebro pense que as células de gordura estão vazias e que nós precisemos continuar comendo. A força de vontade fica fragilizada comparada com o sinal de fome conduzida pela leptina. Esta é a razão de as pessoas não conseguirem “comer menos, moverem-se mais” e viverem felizes para sempre. Para reverter a resistência à leptina e fazer o cérebro quer comer menos, é necessário evitar o açúcar.

http://www.dicasnutricao.com.br/as-9-razoes-para-evitar-o-acucar-sua-vida-dependesse-disso/

O AÇÚCAR E SEU PODER ATRATIVO

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A cana-de-açúcar e a beterraba foram as principais fontes de açúcar até a década de 1970, quando o aumento dos preços levou à invenção do xarope de milho rico em frutose, que continha dois atributos atraentes para a indústria de refrigerantes: era barato, pois, por ser derivado do milho, tinha o preço controlado pelo governo; e era líquido, podendo ser introduzido diretamente em alimentos e bebidas.

Nos trinta anos seguintes, nosso consumo de refrigerante com açúcar mais do que dobrou para mais de 150 litros por pessoa a cada ano e, embora esse número tenha caído desde então e chegado aos 120 litros em 2011, houve um aumento proporcional no consumo de outras bebidas doces, como chás, isotônicos, energéticos e água enriquecida com vitaminas. O consumo anual dessas bebidas quase dobrou na última década para 53 litros por pessoa.

Se a história do açúcar é bastante conhecida, o mesmo não se pode dizer das intensas pesquisas científicas sobre a atração que essa substância exerce sobre nós, bem como sobre os fatores biológicos e psicológicos que a tornam tão irresistível.

Durante muito tempo, os pesquisadores de nutrição só podiam presumir o poder da atração exercida pelo açúcar. Eles intuíam, embora sem provas, que o açúcar exercia um poder tão grande a ponto de nos compelir a comer mais do que deveríamos e, com isso, prejudicar nossa saúde. Tudo isso mudou no fim dos anos 1960, 5 quando alguns ratos de laboratório no norte do estado de Nova York começaram a comer Froot Loops, o cereal superdoce da Kellogg.

Os roedores receberam o cereal do estudante de pós-graduação Anthony Sclafani, que, a princípio, só quis agradar os animais que estavam sob sua responsabilidade. Contudo, quando percebeu a rapidez com que devoravam cereal, ele decidiu conduzir um teste para avaliar o entusiasmo dos animais. 

Ratos detestam espaços abertos. Mesmo em gaiolas, eles costumam se isolar em cantos escuros. Então, Sclafani colocou um pouco do cereal no centro amplo e bem iluminado das gaiolas — área que, em outras circunstâncias, os ratos evitariam — para ver o que aconteceria. Como se pode imaginar, os ratos superaram os temores instintivos e correram para comer o cereal.

— Moss M. Sal, Açúcar e Gordura: como a indústria alimentícia nos fisgou. 2015

https://telegram.me/fisiologia/290

sábado, 9 de abril de 2016

“Muitos acabam se matando”: a história sombria da cirurgia de “mudança de sexo”

A verdade nua e crua, desde o início

transex
Os primórdios do movimento transgênero perderam-se hoje em meio à campanha pela aceitação, tolerância e direitos dos transgêneros. Se mais pessoas tivessem consciência da sombria e problemática história da cirurgia de mudança de sexo, talvez não seríamos tão rápidos em pressionar as pessoas para que a fizessem.
As primeiras cirurgias de mudança de sexo (a maioria do masculino para o feminino) foram realizadas em clinicas universitárias; começaram na década de 1950 e progrediram ao longo das décadas de 1960 e 1970. Quando os pesquisadores contabilizaram os resultados e não encontraram prova objetiva de que a prática era bem-sucedida – e, na verdade, encontraram evidência de que era prejudicial -, as universidades deixaram de realizar a cirurgia de mudança de sexo.
Desde então, cirurgiões da rede privada começaram a ocupar o lugar das universidades. Sem nenhuma análise minuciosa ou sem responsabilizar-se pelos resultados, a prática cresceu, deixando como resultado a vergonha, o arrependimento e o suicídio.
Os Pais Fundadores do Movimento Transgênero
O movimento transgênero começou como a invenção de três homens que compartilhavam o mesmo vínculo: os três eram ativistas da pedofilia.
A história começa com o infame Dr. Alfred Kinsey, um biólogo e sexólogo cujo legado perdura até hoje. Kinsey acreditava que todos os atos sexuais eram legítimos – inclusive a pedofilia, a bestialidade, o sadomasoquismo, o incesto, o adultério, a prostituição e o sexo em grupo. Ele autorizou experiências desprezíveis com crianças e bebês a fim de reunir informação para justificar sua opinião de que crianças de qualquer idade gostavam de manter relações sexuais. Kinsey defendia a normalização da pedofilia e fazia lobby contra leis que protegiam crianças inocentes e puniam predadores sexuais.
O transexualismo foi acrescentado ao repertório de Kinsey quando lhe apresentaram o caso de um garoto afeminado que queria se tornar uma menina. Kinsey consultou um conhecido, um endocrinologista chamado Dr. Harry Benjamin. Travestis, homens que se vestiam como mulheres, eram bem conhecidos. Kinsey e Benjamin viram aquilo como oportunidade de transformar um travesti fisicamente, muito além do vestuário e da maquiagem. Kinsey e Benjamin tornaram-se colaboradores profissionais do primeiro caso do que Benjamin chamaria mais tarde de “transexualismo”.
Benjamin pediu que vários psiquiatras avaliassem o garoto para possíveis procedimentos cirúrgicos que pudessem tornar sua aparência feminina. Eles não entraram em consenso sobre a conveniência de uma cirurgia que tornasse sua aparência feminina. Isso não parou Benjamin. Por conta própria, ele começou a realizar uma terapia com hormônio feminino no garoto. Ele foi à Alemanha para uma cirurgia parcial, e Benjamin perdeu o contato com ele, impossibilitando qualquer acompanhamento de longo prazo.
A trágica história dos gêmeos Reimer
O terceiro co-fundador do atual movimento transgênero foi o psicólogo Dr. John Money, um dedicado discípulo de Kinsey e membro de uma equipe de pesquisa sobre transsexualismo coordenado por Benjamin.
O primeiro caso transgênero de Money ocorreu em 1967, quando um casal canadense, os Reimers, lhe pediu para reparar circuncisão mal feita em seu filho de dois anos, David. Sem qualquer justificação médica, Money realizou uma experiência para fazer sua fama e impulsionar suas teorias sobre gênero, sem se importar com as consequências na vida da criança. Money disse aos pais perturbados que a melhor maneira de garantir a felicidade de David era transformar cirurgicamente sua genitália masculina em feminina e cria-lo como menina. Como muitos pais fazem, os Reimers seguiram a ordem do médico, e David tornou-se Brenda. Money garantiu aos pais que Brenda se adaptaria à vida como menina e que ela jamais saberia a diferença. Ele disse aos pais que eles deveriam manter segredo sobre isso, e assim o fizeram – ao menos durante um tempo.
Médicos ativistas como o Dr. Money sempre aparentam ser brilhantes inicialmente, principalmente se controlam a informação que a mídia divulga. Money fez um jogo hábil de “pegue-me se for capaz”, relatando o sucesso da mudança de sexo do menino à comunidade médica e científica e construindo sua reputação como o maior especialista no emergente campo da mudança de sexo. Passariam décadas antes que a verdade fosse revelada. Na realidade, a “adaptação” de David Reimer para a vida como menina foi completamente diferente dos entusiasmados relatos forjados por Money em artigos acadêmicos. Aos 12 anos, David estava severamente deprimido e recusou-se a ver Money novamente. Seus pais, desesperados, romperam o segredo e contaram-lhe a verdade sobre a mudança de sexo. Aos 14 anos, David escolheu desfazer a mudança de sexo e viver como garoto.
No ano 2000, com 35 anos, David e seu irmão gêmeo finalmente divulgaram o abuso sexual que o Dr. Money lhes havia infligido na privacidade do seu escritório. Os dois contaram como o Dr. Money tirou fotos deles nus quando eles tinham apenas sete anos de idade. Mas fotografias não eram suficientes para Money. O médico pedófilo também forçou os meninos a realizarem atividades sexuais incestuosas.
As consequências do abuso de Money foram trágicas para os dois meninos. Em 2003, apenas três anos após a divulgação do seu passado dolorido, o irmão gêmeo de David, Brian, morreu de overdose provocada voluntariamente. Pouco tempo depois, David também cometeu suicídio. Money finalmente havia sido denunciado como uma fraude, mas isso não ajudou os pais sofredores cujos gêmeos agora estavam mortos.
A revelação dos resultados e tendências fraudulentos das pesquisas de Money também veio tarde demais para pessoas que sofriam de problemas sexuais. Naquele momento, a cirurgia [de mudança de sexo] já estava bem estabelecida, e ninguém se importou com o fato de que um dos seus criadores havia sido desacreditado.
Resultados da Universidade Johns Hopkins: a cirurgia não traz nenhum alívio
O Dr. Money tornou-se o co-fundador de uma das primeiras clínicas universitários de mudança de sexo nos Estados Unidos, na Universidade Johns Hopkins, onde a cirurgia de mudança de sexo era realizada. Depois que a clínica já operava já muitos anos, o Dr. Paul McHugh, diretor de psiquiatria e ciência comportamental em Hopkins, queria mais do que as garantias de sucesso que Money havia dado imediatamente após a cirurgia. McHugh queria mais evidências. No longo prazo, os pacientes estavam realmente melhores depois da cirurgia?
McHugh designou ao Dr. Jon Meyer, presidente da clínica em Hopkins, a tarefa de avaliação dos resultados. Meyer escolheu cinquenta pessoas dentre as que havia sido tratadas na clínica, tanto aqueles que se submeteram à cirurgia de mudança de sexo como aqueles que não fizeram a cirurgia. Os resultados desse estudo refutaram completamente as alegações de Money sobre os resultados positivos da cirurgia de mudança de sexo. O relatório objetivo não mostrou nenhuma necessidade médica para a cirurgia.
Em 10 de agosto de 1979, o Dr. Meyer anunciou seus resultados: “É errado dizer que esse tipo de cirurgia cura um distúrbio psiquiátrico. Agora temos evidências objetivas de que não há diferença real na adequação do transexual à vida em termos de emprego, realização educacional, ajuste marital e estabilidade social”. Posteriormente, ele disse ao The New York Times: “Minha impressão pessoal é que a cirurgia não é um tratamento adequado para uma desordem psiquiátrica, e está claro para mim que esses pacientes têm problemas psicológicos graves que não desaparecem depois da cirurgia”.
Menos de seis meses depois, a clínica de mudança de sexo da Universidade Johns Hokins foi fechada. Outras clínicas do mesmo tipo filiadas a universidades em outros lugares do país também seguiram o mesmo caminho, abandonando completamente a realização da cirurgia de mudança de sexo. Os resultados positivos não eram relatados em lugar algum.
Resultados do Colega Benjamin: Muitos Suicídios
Não foi apenas a clínica da Johns Hopkins que relatou falta de resultados da cirurgia. Mais ou menos na mesma época, sérios questionamentos sobre a eficácia da mudança de sexo foram feitos por um colega do Dr. Harry Benjamin, o endocrinologista Charles Ihlenfeld.
Ihlenfeld trabalhou com Benjamin durante seis anos e ministrou hormônios sexuais a 500 transexuais. Ihlenfeld deixou Benjamin chocado ao anunciar publicamente que 80% das pessoas que queriam mudar de sexo não deveriam fazê-lo. Ihlenfeld disse: “Há muita infelicidade nas pessoas que fizeram a cirurgia… Muitas delas acabam se matando”. Ihlenfeld deixou de ministrar hormônios a pacientes que sofriam de disforia sexual, mudou de especialidade e tornou um psiquiatra, a fim de oferecer a esses pacientes o tipo de ajuda do qual, acreditava, eles realmente precisavam.
Devido ao estudo realizado na Universidade Johns Hopkins, ao fechamento de sua principal clínica e ao alerta dado por Ihlenfeld, os defensores da cirurgia de mudança de sexo precisavam de uma nova estratégia. Benjamin e Money procuraram seu amigo, Paul Walker, PhD, um ativista homossexual e transgênero que, eles sabiam, compartilhava de sua paixão pela disponibilização de hormônios e pela cirurgia. Sob a direção de Paul Walker, formou-se um comitê com o objetivo de delinear padrões de tratamento para transgêneros os quais promovessem a agenda dos três. O comitê incluía um psiquiatra, um ativista da pedofilia, dois cirurgiões plásticos e um urologista, e todos se beneficiariam financeiramente por manterem disponível a cirurgia de mudança de sexo a todos os que quisessem fazê-la. “Os Padrões Internacionais de Tratamento Harry Benjamin” foram publicados em 1979 e deram nova vida à cirurgia de mudança de sexo.
Minha experiência com o Dr. Walker
Eu mesmo sofri bastante para acertas as contas com o meu sexo. Em 1981, procurei o Dr. Walker para pedir-lhe ajuda, o homem que havia escrito os padrões de tratamento. Walker disse que eu sofria de disforia sexual. Apenas dois anos depois de tanto o estudo da Johns Hopkins como as declarações públicas de Ihlenfeld terem chamado a atenção para o elevado risco de suicídio associado à mudança de sexo, Walker, embora tivesse pleno conhecimento dos dois relatórios, assinou minha carta de aprovação para tomar hormônios e realizar a cirurgia.
Sob a orientação dele, eu fiz a cirurgia de mudança de sexo e vivi durante oito anos como Laura Jensen. Ao fim e ao cabo, tomei coragem para admitir que a cirurgia não havia resolvido nada – ela apenas encobriu e exacerbou problemas psicológicos mais profundos. A decepção e a falta de transparência pelas quais eu passei na década de 1980 até hoje circundam a cirurgia de mudança de sexo. Pelo bem de outros que lutam contra a disforia sexual, não posso ficar calado.   
É intelectualmente desonesto ignorar os fatos de que a cirurgia nunca foi um procedimento médico necessário para tratar a disforia sexual e de que o uso de hormônios sexuais pode ser prejudicial. Os ativistas transgênero de hoje, descendentes de Kinsey, Benjamin e John Money, mantêm viva a prática medicamente desnecessária da cirurgia de mudança de sexo por meio do controle do fluxo de informações publicadas e do silenciamento de pesquisas e histórias pessoais que falam do arrependimento, infelicidade e suicídio experimentados por aqueles que fazem essa cirurgia. Resultados negativos só são reconhecidos como uma maneira de culpar a sociedade por sua transfobia.
Os clientes transgênero que se arrependem de ter tomado esse caminho muitas vezes são tomados pela vergonha e pelo remorso. Em mundo de ativismo pró-transgênero, aqueles que se arrependem de sua decisão têm poucos lugares aos quais recorrer. No meu caso, foram necessários anos para reunir a coragem de erguer-me e falar sobre o arrependimento.
Apenas gostaria que o Dr. Paul Walker fosse obrigado a me falar sobre os dois relatórios quando eu o consultei: o estudo da Universidade Johns Hopkins mostrando que a cirurgia não aliviava problemas psicológicos graves, e a observação de Ihlenfeld sobre a permanente infelicidade dos transgêneros e a alta incidência de suicídio após o uso de hormônios e a realização da cirurgia. Talvez essa informação não tivesse me impedido de tomar aquela decisão desastrosa, mas ao menos eu teria tomado conhecimento dos riscos e da dor que me esperavam.


(via Notifam)

Quantos bebês são abandonados à morte após sobreviverem a abortos malfeitos? Os números deixarão você chocado

Sim, o assunto é sério e precisa ser divulgado
Abortion

Não pense duas vezes antes de compartilhar esta imagem (o texto diz: “Fato: mais de 1.200 bebês morreram após abortos malfeitos nos Estados Unidos) – ela é correta e facilmente defensável.
Duzentos bebês sobreviventes a abortos nos Estados Unidos (mesmo em apenas um ano) é uma estimativa conservadora. Milhares de crianças sobreviveram a abortos ao longo dos quarenta anos que se sucederam à legalização do aborto no país em 1973.
Apenas oito anos depois de Roe vs. Wade, Liz Jeffries e Rick Edmonds foram indicados para a final do Prêmio Pulitzer por suasérie de artigos a respeito de abortos malfeitos, nos quais os bebês sobrevivem, um fenômeno que já se tornou epidêmico na indústria do aborto. Jeffries e Edmonds gravaram testemunhos comoventes de enfermeiras que seguraram a confortaram sobreviventes a abortos moribundos. Elas também revelaram a magnitude desses horrores:
O Dr. Willard Cates, um especialista em estatísticas médicas que comanda uma clínica de aborto para o Centro de Controle de Doenças em Atlanta, estima que a cada ano entre 400 e 500 bebês sobrevivem ao aborto nos Estados Unidos.
Em outra ocasião ele acrescentou:
Ninguém é tão ingênuo a ponto de achar que há relatos voluntários confiáveis de sobreviventes a abortos na situação em que nos encontramos.
Em outras palavras, o número de bebês que nascem vivos após a realização de um aborto é na verdade muito mais elevado.
Os procedimentos evoluíram desde as décadas de 1970 e 1980, como resultado de um esforço para matar a criança no ventre materno de modo mais eficaz. Por exemplo, hojemenos de 1% dos abortos realizados utiliza a solução salina, que anteriormente era um método considerado mais eficaz para a realização de um aborto. Porém, evidências mostram claramente que crianças ainda nascem vivas após a realização de um aborto. A maioria delas é abandonada à morte.
Em 2011, os Centros para Controle e Prevenção de Doenças (CDC na sigla em inglês) registraram 1.298 casos de mortes de bebês nos Estados Unidos, em razão de “outras condições perinatais”, que incluem a categoria de morte decorrente de uma “interrupção da gravidez” malfeita. Os números relativos a essa categoria específica não foram divulgados. Se algum dia o forem, podemos esperar que eles sejam bem menores do que a verdadeira taxa de óbitos por esse motivo. Como recordou o Dr. Cates, não “há relatos voluntários confiáveis de sobreviventes a abortos”.
Em 2007, um estudo publicado no British Journal of Obstetrics and Gynecology concluiu que cerca de 1 a cada 30 abortos realizados após a 16ª semana de gestação resulta em um bebê nascido vivo. Na 23ª semana de gestação, o número chega a 9,7%. Valendo-se de uma estimativa bastante conservadora, esse estudo sugere que mais de 900 bebês sobrevivem a abortos tardios a cada ano nos EUA.
Daily Mail relatou que, no Reino Unido, em apenas um ano, 66 bebês que sobreviveram a abortos foram abandonados à morte.Estatísticas do governo canadense indicaram que uma média de 49 bebês nascidos vivos morrem a cada ano no país.
As evidências anedóticas são igualmente chocantes. Em 2008, a organização Estudantes pela Vida da América realizou uma investigação secreta de uma unidade da Planned Parenthood que realiza abortos tardios em Freehold, NJ. Uma enfermeira explicou ao investigador que um aborto realizado na 22ª semana requer a indução do parto. O investigador, então, perguntou se alguma vez bebês nasceram vivos. Ela respondeu: “Isso realmente ocorre, quando ele ainda está vivo… mas como ele [o bebê] não é capaz de sobreviver por conta própria, acaba morrendo”.
Na investigação conduzida por Live Action, intitulada Inhuman, funcionários de clínicas de aborto e médicos aborteiros de Nova York e Washington, D.C., descrevem como afogavam bebês nascidos vivos em jarras contendo uma solução tóxica ou como os deixavam morrer sem nenhum cuidado médico. Uma advogada da Family Planning Associates, no Arizona, admite que bebês já sobreviveram a abortos na clínica. Quando isso acontece, ela diz, “eles não são ressuscitados”.
Em 1999, a enfermeira Jill Stanek, segurou em seu colo um bebê sobrevivente de um aborto até que ele morresse. Muitos outros foram abandonados à morte em balcões ou balanças no hospital onde trabalhava.
Pessoas como Melissa Ohden, Gianna Jessen e Claire Culwell também são uma prova viva de que bebês sobrevivem a abortos. Melissa foi salva por enfermeiras que tiveram compaixão dela, mas o que dizer daqueles que não têm a mesma sorte?
O júri que atuou no caso de Kermit Gosnell disse que ele matoucentenas de bebês que sobreviveram abortos. Ex-assistentes do aborteiro Douglas Karpen acusaram-no de matar diariamente “três de cada quatro” bebês que sobreviviam a abortos. Ele cortava a medula espinhal deles, perfurava os pontos frágeis de suas cabeças com instrumentos cirúrgicos ou até mesmo quebrava seus pescoços.
Se a estimativa de um de seus assistentes estiver correta, Karpen sozinho poderia ter sido responsável pela morte de 1.200 bebês sobreviventes a abortos em menos de dois anos.

(via Notifam)

Depressão: 6 frases proibidas

Veja a importância de ter cautela com relação ao que você diz para alguém que está passando por uma crise depressiva

worried

Resolvi escrever um texto, destacando as principais coisas que as pessoas falam para alguém que sofre com Depressão. Coisas boas? Nem de longe. São frases que particularmente me irritam, e ao invés de me ajudar, só me colocavam para baixo, reforçando cada vez mais meus sentimentos negativos com relação a mim mesma e minha própria vida.
Não julgo quem não entende a doença, pois só quem sente a dor é capaz de compreendê-la. Mas enfatizo a importância em ter cautela com relação ao que você diz para alguém que está dentro de uma crise. Eu mesma já cheguei a ouvir “Você não sabe viver” de um amigo próximo, e isso só me deixou mais agoniada na época e maximizou minha vontade de acabar com minha própria vida, pois me convenci, de fato, de que não era capaz de nada, que era simplesmente um erro e que jamais deveria ter nascido. Felizmente, hoje já não sinto mais isso e reconheço o quanto estava enganada. E também espero que um dia você dê a volta por cima, assim como eu.
Enfim, reuni seis frases mais ouvidas por mim e que, possivelmente, você já deve ter ouvido também. Vamos ao que interessa?
1. “Há pessoas bem piores que você”
Creio que essa é a pior de todas as frases, e eu já ouvi inúmeras vezes. A intenção é você enxergar o quanto sua vida é boa, à medida que você reconhece que tem pessoas em situações bem piores, mas com alguém que tem depressão isso ocorre com efeito contrário, ou seja, você se sente pior, porque se sente culpado por reclamar da sua vida enquanto tem pessoas sofrendo ainda mais, por razões diferentes.
2. “Isso está na sua cabeça”
Geralmente essa frase vem acompanhada de um “Você tem que dominar seus pensamentos”. Como se isso, por si só, fosse acabar com nossa vontade de sumir do mundo. A dor que um indivíduo sente decorrente da Depressão é pior do que a dor física de um corte feito na pele. Então nunca diga que é coisa da cabeça da pessoa, pois ela sentirá que você menospreza seus sentimentos, e se sentirá cada vez pior.
3. “Isso é só para chamar atenção”
Se quiséssemos chamar atenção, então por que escolheríamos sofrer para isso? Em nenhuma hipótese, o indivíduo com Depressão quer chamar atenção dos outros, muito pelo contrário, já que a tendência é que ele se isole cada vez mais. Suas atitudes transparecem o quanto precisam de ajuda e é isso que devemos fazer: oferecer ajuda.
4. “Você tem que arranjar um emprego”
Como se aquela dor imensa fosse desaparecer com uma profissão. As pessoas não entendem que a Depressão advém de diversos fatos isolados que se misturam e acumulam sentimentos negativos na pessoa que sofre. Claro que perder um emprego pode deixar alguém muito deprimido, em primeira instância, mas isso não é a única razão do sofrimento dessa pessoa. Trabalhar ajuda a ocupar a mente e distrair a cabeça, por isso é ótimo para quem sofre com essa doença, mas quando a crise está forte, a pessoa não quer nem sair de casa, quanto mais trabalhar. Então nunca diga isso, pois fará com que ela se sinta inútil.
5. “Deixe de ser preguiçoso”
Ninguém merece ouvir isso. Se não quisermos mais sair de casa, nem da nossa cama. Se não quisermos fazer mais nada, nem falar com mais ninguém. Se perdermos o total interesse pela vida… não é por preguiça, é Depressão.
6. “É maluco”
Quantas pessoas já disseram isso, já perdi as contas e tenho certeza que você já ouviu isso de alguém também, mesmo que não fosse diretamente para você. É por esse preconceito que muitos comentem o erro de não pedir ajuda profissional, porque pensam: “Vão achar que sou maluca se eu for para um psicólogo”. Depressão não é loucura. Passa bem longe disso.
Espero que tenham gostado do texto, e por favor, se esforcem para não se importar com essas pessoas que falam palavras que por vezes te machucam. Elas não sabem a dimensão daquilo que dizem. Se você quiser desabafar comigo, me mande um e-mail para krolina.3010@gmail.com e se inscreva no meu canal do YouTube, onde falo bastante sobre a Depressão.
Um grande abraço a todos e fiquem com Deus.


(Carolina Santos, via Psiconlinews)

7 maneiras de prestar primeiros socorros emocionais

Cuidar das nossas mazelas físicas é normal, mas sentir dores emocionais pode doer tanto ou até muito mais do que a dor física

first aid
Se a gente se corta, faz um curativo, se temos uma dor forte, tomamos um analgésico. Ninguém questiona isso.
Cuidar das nossas mazelas físicas é normal, mas todo mundo sabe que sentir dores emocionais,  como por exemplo uma sensação de fracasso ou rejeição, pode doer tanto ou até muito mais do que a dor física.
E já que dói, nós temos que tratar para parar de doer. Aqui vão 7 maneiras de cuidar da alma na hora do aperto:
  1. Reconheça a dor emocional e trabalhe para aliviá-la antes que ela se torne dominante e abrangente demais. O corpo humano vai amplificando a dor física para que a gente veja que tem uma coisa errada e tome uma providência. O mesmo é verdade para as dores emocionais, se você percebe que está com uma dor emocional que não está melhorando, isso significa que você está realmente “ferido” e precisa se cuidar. Solidão, por exemplo, é um sentimento que pode ser devastador para a saúde mental e física das pessoas. Se você ou alguém que você ama, está se sentindo socialmente isolado, é necessário agir!
  2. Quando os pensamentos negativos começarem a dominar seus pensamentos, intercepte-os com distrações positivas. Ficar dando replay no cérebro de alguma coisa ruim que aconteceu, só para se torturar, sem necessariamente estar buscando uma solução ou mesmo um insight, não leva ninguém a lugar nenhuma e só causa mais dor. Bloqueie os pensamentos negativos. Uma boa maneira de parar com a ruminação negativa na nossas mentes é se distrair com alguma coisa que exija concentração. Vale tudo que faça você focar em outra coisa: soduko, palavras cruzadas, lembrar do nome dos amiguinhos da quinta série, abrir um livro. Estudos científicos sugerem que até mesmo dois minutinhos de distração podem reduzir os pensamentos negativos obsessivos.
  3. Monitore e proteja sua auto-estima. Na hora que você for começar a se colocar para baixo, tire um momento para ter compaixão por si mesma. A auto-estima é um tipo de sistema imunológico que nos protege de muitas dores emocionais e fortalece a resiliência. É importante estar de olho na auto-estima e evitar ficar cavando o buraco mais para o fundo ainda, principalmente quando a gente já está meio de “asinha quebrada”, quando o coração já está doendo. Um exercício mental bacana para aqueles momentos de super auto-crítica é pensar em um amigo muito querido e imaginá-lo passando exatamente pelo que você está passando agora. Escreva uma carta para o seu amigo expressando compaixão e apoio, você verá que muitas das mensagens contidas na carta servem para você mesma!
  4. Redirecione suas reações pós-derrota. É muito comum depois de amargar um fracasso focar no que não deu certo, no que não podemos em vez do que nós podemos. Faz parte da natureza das feridas emocionais, uma dor chama a outra e se você não cortar o círculo vicioso não vai conseguir se reestabelecer para agir na sua melhor forma. Ficar dando corda para se sentir inútil e desmoralizado, só vai gerar mais derrota ainda. Experimente enumerar os fatores que você pode controlar na sua próxima tentativa. Pense em planejamento e preparação, por exemplo, em como você pode melhorar as coisas para você ter êxito no que deseja. Esse tipo de exercício mental irá reduzir a sensação de impotência e melhorar as chances no futuro.
  5. Encontre significado nas perdas. Perdas, derrotas, insucesso – isso tudo faz parte da vida, e dói mesmo. O que não deve acontecer é deixar de tratar as feridas abertas. Se você achar que está demorando muito a dor cessar, experimente buscar um sentido na perda e tirar coisas boas do que aconteceu. Claro que nem sempre é fácil, mas leve em consideração que sua experiência pode ajudar você próprio e até outras pessoas a adquirirem uma nova perspectiva da vida. Pense nas mudanças que você pode fazer para alinhar sua vida com seus valores e objetivos.
  6. Não fique se culpando obsessivamente. Culpa pode ser uma coisa legal, nos alerta que precisamos mudar alguma coisa em um relacionamento. Mas culpa exessiva pode ser tóxica: faz a gente gastar muito energia emocional e intelectual, nos distrai das nossas tarefas e ainda nos impede a curtir a vida numa boa. Pisou na bola com alguém? Peça desculpas, mas atenção há maneiras e maneiras de se pedir desculpas. O ingrediente fundamental de um pedido de desculpas efetivo é a empatia.  Em outras palavras, ao pedir desculpas você deve focar menos em explicar porque você fez o que você fez, e mais em como suas ações impactaram a outra pessoa. É muito mais fácil perdoar alguém quando temos a sensação de que o outro realmente entende como nos sentimos. Quer se livrar da culpa: peça desculpas, mesmo que seja necessário fazê-lo mais uma vez, se você sentir que foi perdoado mesmo de coração será mais fácil dissolver esse sentimento ruim no seu peito.
  7. Aprenda o que funciona para você quando você está emocionalmente ferido. Preste atenção em si mesmo e entenda, como você, pessoalmente, lida com feridas emocionais comuns. Você se fecha? Você tem um ataque de fúria, mas se recupera rápido? Renega seus sentimentos? Não deixe de se observar nestes momentos e compreender o que funciona para você. É basicamente a mesma coisa de saber que dentre uma série de analgésicos disponíveis na farmácia, existe um que funciona melhor para você na hora de uma dor de cabeça. O mesmo raciocínio serve na hora de fortalecer sua resiliência emocional. Tente diversas maneiras e descubra ao que você reage melhor. Mas acima de tudo, desenvolva o hábito de tomar nota do seu estado emocional regularmente – principalmente depois de passar por situações estressantes, dolorosas ou difíceis.
Sim, fazer toda essa higiene emocional leva tempo e dá trabalho, mas irá de verdade melhorar sua qualidade de vida.

(via TSMM)

http://pt.aleteia.org/2016/04/01/7-maneiras-de-prestar-primeiros-socorros-emocionais/

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